19 outubro 2016
16 setembro 2016
REMEA - 2014
EXPERIÊNCIAS ESCOLARES COM O LOCAL: SENSIBILIDADES E SUSTENTABILIDADES ECOLOGIZANDO FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO SOCIOAMBIENTAL
Denize Mezadri de Almeida
RESUMO
No Tratado de Educação ambiental para as Sociedades
Sustentáveis e Responsabilidade Global estabelecidas na Carta da Terra tecem
Educação Ambiental que, dentre outras implicações, resulte de experiências
educativas que facilitem a visão integrada do meio ambiente. Nesse sentido, esse
trabalho aposta problematizar formação e educação ambiental, nos possíveis da
rede de sentidos propiciada nas experiências escolares com o local. Problematizações
guiadas, principalmente, nas fundamentações teoricometodológicas da experiência-sentido e experiência-formação (LARROSA, 2002), e na
experiência- modificadora (MATURANA e VARELA, 2001), nos múltiplos e singulares
sentidos ao que nos toca, nos passa com o espaço de convivência, inspiradas em
narrativas de professores/as que, nos últimos dois anos, realizaram
experiências na localidade do interior de um município do sudeste brasileiro,
onde estão inseridas as escolas nas quais trabalham. Nessas experiências, no
espaço e o devir de nossas existências ampliam-se redes com invenções,
interrelações, visão, surpresas, prazer, criações, momentos de renovação e
maravilhamento, para não citar outras produções de sensibilidades e
sustentabilidades da/na formação e a educação socioambiental.
Palavras-chaves: Educação Ambiental, Formação
Socioambiental, Experiências-sentidos.
Colóquio de Educação Ambiental - 2016
“Educação Ambiental nas travessias, aventuras e paixões das experiências-sentidos de professores/as com o local”
Por: Denize Mezadri de Almeida-
Orientação: Martha Tristão
PPGE-UFES- 2013
Xerém: Um Lugar Sócio-antropológico-cultural
Folias de Reis Menino Deus e Estrela da guia
Tese Nadja Valéria Ferreira
Mais informações: http://portais4.ufes.br/posgrad/teses/tese_6032_NADJA%20VALERIA.pdf
Mais informações: http://portais4.ufes.br/posgrad/teses/tese_6032_NADJA%20VALERIA.pdf
12 agosto 2016
Conheça um pouco mais do NIPEEA
Retratos de Pesquisas NIPEEA -UFES
Produções do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Estudo em Educação Ambiental (NIPEEA).
Produção
Coordenação
Gil Maulin
13 julho 2016
Projeto Oficinas de Congo
A Baleia e o Tesouro
Produção da animação realizada a partir da parceria do Instituto Marlim Azul com o Projeto de Congo.
Roteiro, direção e animações
Alunos da Unidade Municipal de Ensino Fundamental Dr. Tuffy Nader - Vila Velha - ES
Dissertação Ana Paula Dias Pazzaglini
24 junho 2016
Estudos Culturais em Educação Ambiental
Os usos e consumos dos produtos culturais em espaços na/da biorregião do Caparaó capixaba.
Vídeo de Flávia Ribeiro para a sua pesquisa de Doutorado.
13 junho 2016
02 junho 2016
21 setembro 2013
O movimento do NIPEEA
Retratos
de Pesquisas
Martha
Tristão
Coordenadora do NIPEEA – CE/UFES
O movimento do NIPEEA (Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Estudo em Educação Ambiental) se organiza hoje, a partir de ações diversificadas, estabelecendo uma unidade entre seus integrantes ao nos inserirmos em projetos de pesquisas, processos de formação em Educação Ambiental e numa ecologia política que potencializa e fortalece o grupo. A proposta da exposição emergiu em um dos seminários organizados semestralmente pelo grupo, como estratégia para criar ressonâncias sobre o que estamos produzindo enquanto ciência-política e cultura- natureza.
Mesmo com objetos de investigação/preocupação
diferentes entre os pesquisadores do NIPEEA, o grupo se aproxima por afinidades
teóricas e metodológicas comuns, por um desejo de tornar o humano mais natural
e a natureza mais humana e, como não poderia deixar de ser, por uma amorosidade
e afetividade inerentes aos participantes, expressando-se no cuidado de si, do
outro e do meio ambiente. O compartilhamento das pesquisas e as orientações
coletivas permitem que, ao nos depararmos com o olhar do outro, identifiquemos
lacunas e façamos novas descobertas em nossas trajetórias. E, assim tem
acontecido nosso movimento com base em muitas leituras e debates, com nossos
intercessores preferidos entre Edgar Morin, Bruno Latour, Michel Maffesoli, Michel
Foulcault, Gilles Deleuze e tantos outros sujeitos praticantes, sujeitos
ordinários, infames e narradores que nos convidam a buscar uma pesquisa
narrativa que tenta dissolver a noção de realidade exterior da produção
científica em que os fatos estão lá para serem descobertos, colhidos como
frutas. Em vez disso, preferimos tratar a realidade pesquisada como surpresas,
dobraduras, bifurcações, eventos e acontecimentos.
De modo geral, podemos dizer que as buscas
investigativas giram em torno de algumas problemáticas que julgamos necessárias
discutir, aprofundar e que perpassam o universo de análise dos projetos,
pesquisas e estudos do grupo. Sobre as implicações da globalização cultural
hegemônica centralizamos nossas preocupações em elementos que consideram as
novas configurações sociais e culturais: as relações pós-coloniais entre os
processos globalizadores e comunidades autóctones ou povos ambientalmente
vulneráveis; questões de política de identidades, de produções culturais e de ocupação
de territórios com ênfase na culturanatureza; o impacto das tecnologias,
artefatos e atualização das culturas sobre a produção/fabricação de sujeitos,
de subjetividades, de coletivos e de escolas. Como o modo de vida, a cultura e
as produções narrativas dos grupos minoritários podem ser introduzidos a partir
de Educações Ambientais que tem se revestido para nós, de autopoiética,
pós-colonial e pós-crítica? enfim... são muitas perguntas que nos desafiam a
continuar pesquisando, pesquisando. Convido a vocês a não olhar apenas, mas a ver
com carinho esta AMOSTRA DE PESQUISAS DO NIPEEA.
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